O mais fundamental propósito da avaliação é contribuir para a aprendizagem dos alunos/ formandos. Por essa razão, as avaliações formativa e formadora tomam uma importância incontestável nas perspetivas pedagógicas contemporâneas.

Fernandes (2021) aponta vários propósitos para a avaliação pedagógica, entre eles, a identificação dos aspetos mais ou menos conseguidos pelos alunos no processo de aprendizagem; o acompanhamento do progresso das aprendizagens dos alunos; a distribuição de feedback de qualidade; a atribuição de notas.

No caso concreto, na avaliação do Módulo I, a aposta num feedback qualitativo a cada uma das atividades é fundamental para implementar uma avaliação contínua e reguladora das aprendizagens. Na realidade, e de acordo com Machado (2020), "o feedback é uma das competências centrais e mais poderosas que o professor deve dominar para garantir uma avaliação formativa com impacto positivo nas aprendizagens dos alunos". Este impacto acontece tanto no plano cognitivo como no motivacional - o último, em particular, de especial relevância no ensino a distância.

Em Amante e Oliveira (20016), são vários os autores que nos alertam para a importância da auto e da co-avaliação entre pares para a avaliação alternativa digital. O aluno torna-se agente regulador da sua aprendizagem, sendo estas formas de avaliação, em si mesmas, também um momento de aprendizagem, na medida em que requerem um processo reflexivo, com base nos critérios de avaliação definidos e/ou negociados. Os critérios de avaliação, neste caso as rubricas desenvolvidas, surgem como um referencial em todo o processo.

Assim, os formandos serão convidados a, no final de cada atividade responderem a dois questionários, no Google Forms, de auto e de avaliação de um par, identificado pelo formador.

Conforme nos apontam Amante, et al. (2017) "a componente de feedback inclui não só os comentários do professor ou tutor, como também a auto e a heteroavaliação por parte dos estudantes"(p. 147). Assim, o feedback disponibilizado pelo professor no final da atividade deverá conter os contributos avaliativos recolhidos por meio da autoavaliação e da co-avaliação entre pares, com base nos descritores referidos para cada atividade.

No final do módulo por razões institucionais, será necessário a atribuição de uma nota a cada formando. Fernandes (2021) define a nota como um "símbolo através do qual se procura sintetizar o que um aluno sabe e é capaz de fazer ao fim de um dado período de tempo". De acordo com as ponderações indicadas no módulo, todas as atividades realizadas têm o mesmo peso valorativo. Também são contempladas a autoavaliação (com ponderação de 10%) e a avaliação entre pares (com ponderação de 10%). Recorda-se que os formulários de auto e avaliação entre pares têm como referencial as rubricas desenvolvidas, logo facilmente será possível transformar o feedback qualitativo numa classificação quantitativa.

Deste modo a classificação final, para cada módulo seguirá a seguinte ponderação:

Apesar da classificação final, expressa numa nota, a visão holística da prestação do sujeito em desenvolvimento ao longo do percurso formativo, deve ser tida sempre em conta e referida nos feedbacks realizados ao longo do módulo.

A avaliação será expressa de forma quantitativa e qualitativa de acordo com o definido na sinopse do curso.

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