Esta é a história de como o mundo surgiu.

Antes das divindades, antes dos planos e antes do próprio tempo, existiam apenas duas coisas: a imensidão do Vazio Absoluto e uma colossal concentração de magia primordial, pulsando solitária no centro dessa escuridão infinita.

Por obra do acaso — ou talvez por uma vontade que ainda hoje não pode ser compreendida — o Vazio tocou essa enorme esfera mágica. Em uma dança astral de forças opostas, Vazio e Magia se fundiram em um único ser consciente, dando origem a Senojy, o deus Supremo.

Durante eras incontáveis, Senojy permaneceu adormecido. Quando finalmente despertou, era como uma criança recém-nascida: curiosa, inocente e maravilhada por simplesmente existir. Ao dançar pela vastidão do Vazio, seu movimento deu origem às estrelas. Seu sorriso criou o sol, a mais brilhante entre elas. Onde seus pés tocaram o nada, os planos de existência surgiram, moldados pelo contato direto de sua essência com o Vazio.

Ao perceber sua própria solidão, Senojy chorou, e de suas lágrimas nasceram os mares, rios e lagos. Ao soprar, desejando afastar o Vazio que o cercava, criou as plantas, os animais e todas as formas de vida que habitariam os planos e o espaço entre eles.

Mesmo diante de criações tão magníficas, Senojy continuava só. Assim, decidiu criar seres semelhantes a si, para jamais enfrentar novamente a solidão. Usando fragmentos da mais pura magia e do mais profundo vazio, Senojy gerou seus inúmeros filhos — entidades que os mortais viriam a conhecer como as Divindades.

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