💡 Pilar: IA na Prática · Gatilho DDD: Dor — resultado mediano mesmo usando IA todo dia
Lucas, 14h. Reunião de compras às 16h. Ele é analista de processos. Usa ChatGPT todo dia. Tinha uma proposta de fornecedor para analisar e colou tudo de uma vez: dados, histórico, contexto. Pediu para analisar, comparar e recomendar.
A resposta veio em dois minutos. Tinha bullets, tinha formatação, tinha até uma "recomendação final" justificada. Lucas copiou para o slide.
Na reunião, o diretor perguntou: "Você considerou o custo de implementação no primeiro ano?" Lucas não sabia responder. Porque a IA também não sabia.
Duas horas de retrabalho depois, ele ainda estava tentando entender o que deu errado.
O output não era fraco porque o prompt era fraco. Era fraco porque o modo estava errado. A análise de proposta dependia do contexto da empresa, das prioridades do trimestre e do histórico com aquele fornecedor. Nenhuma dessas informações estava no ChatGPT.
📋 Conteúdo disponível nesta página:
- Modo 1 — Autopiloto: quando delegar completamente funciona (+ 5 prompts prontos)
- Modo 2 — Colaboração: quando você e a IA iteram juntos (+ 3 rodadas sequenciais + 2 avulsos)
- Modo 3 — Manual: quando a IA simplesmente não entra
- Framework: 3 perguntas para escolher o modo certo em 30 segundos
- Por dentro da lógica: o cálculo de Ethan Mollick (Wharton)
🔵 Quando usar: tarefa repetitiva e bem definida, você conhece o domínio o suficiente para pegar erro de relance.
Como funciona: você passa a tarefa, define o padrão esperado e confia no output. Revisa só no final, por cima.