De uma forma geral, existem três mecanismos principais responsáveis por gerar e perpetuar as arritmias: (1) distúrbios da formação do impulso (ou no automatismo cardíaco); (2) distúrbios na condução do impulso; (3) uma combinação dos dois

TRATAMENTO

BRADIARRITMIAS Como o sistema nervoso autônomo influencia a capacidade de automatismo, podemos infundir atropina (antagonista colinérgico) para reduzir a ação parassimpática e elevar a frequência cardíaca. Muitas vezes, tal conduta é ineficiente, sendo importante o uso de marca-passo. TAQUIARRITMIAS Uma opção de abordagem é a manobra vagal, que aumenta a ação parassimpática e pode reduzir a frequência cardíaca, bem como a condução do impulso elétrico. Nos casos mais graves, em que queremos interromper rapidamente a arritmia, podemos lançar mão do choque (cardioversão ou desfibrilação). Mas é importante ressaltar que apenas as taquiarritmias por reentrada podem ser revertidas dessa maneira: o choque zera o potencial elétrico de todas as células cardíacas, o circuito para de funcionar e o ritmo cardíaco é iniciado pelo automatismo do nodo sinusal. Nas taquiarritmias por automatismo anormal ou pós-potencial, quem assume o ritmo do coração após o choque costuma ser o próprio foco ectópico gerador da arritmia

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