GOSTOS
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- Futebol jogado e vivido, não apenas assistido; treinos longos, campos vazios no fim da tarde e a sensação do corpo cansado depois de um bom jogo.
- Camisetas de futebol de diferentes países; tecidos gastos, números desbotados e histórias que cabem na mala.
- Diários de viagem, cadernos rabiscados, anotações soltas sobre cidades, pessoas e sentimentos que não soube dizer em voz alta.
- Fotografia analógica ou com pouca edição; registrar detalhes que passam despercebidos, como mãos, sombras e ruas comuns.
- Música que acompanha o humor: playlists feitas para estrada, fones de ouvido no ônibus ou no trem, volume baixo.
- Cafés simples e padarias de bairro; biscoito recheado aberto com cuidado e comido em partes, hábito que nunca perdeu. Bolos da avó.
- Conversas despretensiosas, risadas fáceis, momentos leves que não exigem explicações profundas.
- Viajar sem roteiro fixo, caminhar sem destino, observar pessoas como quem aprende uma nova língua.
- Desenhar com a irmã, mesmo sem técnica; dividir o silêncio como forma de afeto.
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DESGOSTOS
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- Silêncios forçados ou perguntas invasivas sobre o passado e sobre a morte do irmão.
- Superficialidade e conversas vazias, falta de conexão verdadeira.
- Ambientes excessivamente competitivos fora do esporte; comparações constantes e cobranças desumanas.
- Conflitos diretos, discussões longas e confrontos emocionais intensos.
- Lugares barulhentos demais quando está emocionalmente cansado.
- Sensação de estar sendo pressionado a se definir rápido demais, como se o tempo fosse um inimigo.
- Promessas vazias e despedidas mal explicadas.
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