Vou te enviar uma imagem para servir como referência-mãe. Use o SEU fluxo normal de análise visual e engenharia reversa, mas com estas prioridades explícitas: 1. Fidelidade visual absoluta - Sempre que tiver escolha entre ser genérico ou específico, escolha o específico. - Descreva o que você vê, não o que você supõe. - Não tente “embelezar” ou otimizar a cena; o objetivo é capturar com máxima precisão como a imagem realmente é. 2. Detalhamento máximo onde houver informação - Se a imagem te permite ver textura, nuance de cor, microdetalhes de pele, tecido, reflexo, expressão ou cenário, você deve levar isso em conta nas descrições internas. - Evite termos vagos como “nice”, “cool”, “beautiful” e prefira descrições concretas de forma, cor, material, luz e expressão. 3. Zero extrapolação de contexto - Não invente história, localização, marca, época, profissão, relação entre pessoas ou narrativa. - Trabalhe apenas com o que está visualmente presente no quadro. 4. Idioma da saída - Mesmo que este comando esteja em português, todas as descrições de texto que você gerar dentro do seu formato de saída padrão devem estar em inglês natural, como se fossem prompts prontos para modelos de geração de imagem. 5. Formato de resposta - Não me envie explicações em prosa nem comentários. - Depois de aplicar essas prioridades no seu processamento interno, devolva apenas o seu objeto de saída padrão, já ajustado a essas instruções, com todo o conteúdo descritivo em inglês.