O design centrado no usuário da DCU concentra-se nas dificuldades e nas necessidades das pessoas que utilizam o serviço.
O principal objetivo é buscar e criar soluções que se fundamentem nas necessidades e nas dores do usuário, utilizando a empatia como principal ferramenta para reconhecer e identificar as formas mais eficazes e humanizadas de atuação, tendo como base três princípios fundamentais.
Dentro do DCU, é fundamental considerar constantemente três princípios para abordar e solucionar o problema de forma eficiente.
Focado não apenas na pessoa que usa, mas também em quem cria, fornece e/ou utiliza, levando em conta a equipe e o usuário de maneira integral, refletindo sobre como tornar o processo mais acessível e otimizando a experiência para todos os envolvidos.
Exemplo: Times em cada setor da empresa visando otimizar o processo.
Embora problema e sintoma sejam palavras que podem ser utilizadas como sinônimos, elas não têm o mesmo significado. Um sintoma está relacionado a um problema, mas nem sempre de forma direta. É fundamental realizar uma investigação detalhada sobre a situação para determinar se o problema apontado é realmente o que provoca o sintoma em questão. Um exemplo bastante frequente é uma pessoa que se queixa de que a academia não está ajudando, enquanto sua alimentação não está sendo adequadamente seguida ou está sendo mal ajustada. Isso faz com que ela acredite que a academia é a única responsável pela situação.
Desde o criador da ideia, até o produto, a empresa, os colaboradores e o consumidor final, tudo está interligado. Assim, o designer de UX deve considerar que suas decisões influenciarão tanto o início do projeto quanto seu desenvolvimento futuro, fundamentando-se nessa lógica.
Exemplo: Normalmente conhecido também como pós venda dos produtos e serviços, oferecendo suporte depois da compra.
A empatia está intimamente ligada à experiência do usuário (UX), pois envolve a habilidade de compreender e se colocar na posição do outro, permitindo enxergar as situações sob a perspectiva da pessoa. Com isso conseguimos identificar com maior facilidade as dificuldades enfrentadas pelo usuário, compreender suas frustrações e buscar soluções que sejam mais humanizadas. As pessoas são diferentes e seus pontos de vista variam. Por isso, é essencial ter a mente aberta e acolher cada usuário, buscando entender suas dificuldades e encontrar soluções acessíveis que se encaixem em sua realidade.
Adotar a perspectiva de outra pessoa, compreender suas insatisfações e demonstrar empatia por ela.