Um pouco da transição de uma pessoa que "faz telas bonitas" para uma pessoa que criará experiências para se recordar ✨

Eu me interesso por design desde o tempo em que esse não era um assunto comentado. Nos primeiros anos depois da minha formação no ensino médio, até cheguei a quase cursar tanto Publicidade quanto Marketing. Não sei se você acredita em intuição, mas na época a minha me disse "isso não é para você".

Anos se passaram e, em um determinado ponto, eu já tinha maturidade para entender o que queria. Decidi que ia ser designer, custasse o que custasse. Foi assim que - em grande parte, graças ao fato de ser bolsista do ProUni - em 2017 entrei com o pé direito na Universidade para cursar Design Gráfico. Imagina só a minha felicidade!

Ainda no curso, eu já comecei a trabalhar como designer numa agência. Isso me introduziu, mesmo que de uma maneira muito rasa, a todo o conceito de telas, sites, interfaces e aplicações. Trabalhando na maioria do tempo com design digital, percebi minha inclinação para trabalhar com produto e isso fez com que meus olhos brilhassem.

<aside> ☝ Quem vê cara, não vê coração

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SIM! ****🙋 Essa afirmação é completamente verdadeira - e o sim está em caixa alta para chamar sua atenção. É óbvio que tudo o que aprendemos não só no ensino superior como também trabalhando com design gráfico é uma excelente base, mas isso não pode nos deixar cômodos.

Tudo o que a gente já conhece e está na nossa "zona de conforto" é só a pontinha do iceberg. É necessário mergulhar em águas mais profundas e entender bem o que essa mudança de cenário traz, não só na sua carreira e nas decisões que você toma, mas também nos seus conhecimentos.

No meu caso, isso significou uma transformação bem profunda, que afetou tudo o que eu conhecia. Vou te contar mais a seguir.

<aside> 🍳 Não se faz um omelete sem quebrar ovos

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