Interpretar não é atuar. Não exige formação em teatro ou voz elaborada. É sobre viver o personagem, tomar decisões com base em seus sentimentos, falhas e visões de mundo — e colaborar com os demais para criar uma história memorável.
Não se trata de “fazer certo”, e sim de se envolver, respeitar o ritmo da mesa e dar espaço para todos brilharem.