🛒 O TikTok deixou de ser só rede social e virou app de compras. Nos EUA, foi a 3ª marca que mais cresceu em consideração de compra em 2025, movimentando mais de US$ 500 milhões apenas entre Black Friday e Cyber Monday. A entrada de marcas como Disney valida o modelo. O diferencial? Vender através do entretenimento, e não apesar dele. (Leia mais).

🤖 Meta e Manus. Sem nenhuma ferramenta de IA realmente rentável até aqui, a aquisição coloca a Meta no jogo da IA de forma mais forte. No marketing, o movimento habilita AI ad creation no Instagram e no Facebook, automatiza tarefas de conteúdo, respostas a clientes, criação de criativos, geração de insights, personalização, vendas no WhatsApp e muito mais. No fim, a Meta sai da IA “conversacional” e entra na IA que age, executa e resolve tarefas. (Veja só).

💳 O fim do "Metrocard” em NY. Os cartões usados por décadas para acessar o metrô da cidade foram descontinuados, e com eles vai embora um pequeno ícone do cotidiano urbano. Muito além de um meio de pagamento, o cartão virou espaço publicitário: estampou diversas campanhas (veja aqui). Era algo visto todos os dias, repetidamente, por meses ou anos, criando hábito, memória e apego emocional. Um lembrete de que, às vezes, são os objetos mais banais que melhor geram lembrança de marca.

🤌🏻 Trend alert para 2026: scratch-and-sniff outdoors. Perfume, beleza e higiene sempre sofreram para comunicar algo que não se vê, só se sente. Quando o cheiro entra em cena, a experiência finalmente fica completa. O formato ativa curiosidade, memória sensorial e participação física: você precisa parar, tocar, interagir. Em um mundo de mídia cada vez mais passiva e ignorável, esse tipo de OOH funciona porque quebra o automático, transforma anúncio em experiência e faz o corpo participar da mensagem. (Veja alguns)

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