O assentamento sobre Gygar


âš« Chamam de cidade.

âš« Mas Ă© mais uma ferida aberta na terra.


Um assentamento cresceu ao redor do buraco — não por curiosidade, mas por fome. A dungeon atrai pessoas, e onde pessoas se acumulam, sempre surge algo para se alimentar delas.

No centro de tudo está o Poço da Descida: um enorme abismo reforçado com correntes, roldanas e plataformas de vigilância. Ninguém entra sem ser visto. Ninguém sai sem ser notado.


🕯️ Fé sem misericórdia

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As pessoas daqui seguem um sistema de fé completamente descentralizado e ritualístico, centrada na descida, no sacrifício e na proximidade com as profundezas. Rezam, jejuam, marcam seus corpos e falam constantemente sobre destino e julgamento.

Mas a fé deles não os torna bondosos.

Os torna certos.

Eles acreditam que quem desce é escolhido — ou condenado. Que o sofrimento tem significado, especialmente quando é dos outros. E que a dungeon não deve ser compreendida, apenas suportada.

Seus rituais são reais. Sua devoção é real.

Sua compaixĂŁo nĂŁo Ă©.


⚖️ Um mercado construído sobre risco

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Tudo em Fundura existe por causa da dungeon.

Equipamentos seguem os preços normais, mas acesso e disponibilidade variam. Informações são guardadas ou vendidas. Ferimentos são oportunidades. Morte é esperada.