Existe algo muito humano dentro de nós: a necessidade de controle.

Gostamos de ter a sensação de que estamos no comando, de que o resultado depende do nosso esforço, da nossa disciplina, da nossa capacidade.

Muitos cristãos começam a caminhada com Deus rendidos, dependentes, quebrantados. Oram com simplicidade. Confiam plenamente.

Mas, com o tempo, começam a achar que agora “já sabem como funciona”. O coração, sem perceber, troca dependência por autossuficiência.

Os gálatas haviam experimentado milagres, conversões, libertação e manifestação do Espírito.

Agora estavam sendo seduzidos pela ideia de que, para amadurecer, precisavam adicionar regras, rituais e desempenho religioso.

1. Cuidado pra não começar bem e terminar mal

É um erro antigo, mas extremamente atual: achar que o Espírito é para o início da fé, mas a maturidade vem pelo esforço humano.

Gálatas 3:1-5 ¹ Ó gálatas insensatos!

Quem foi que os enfeitiçou?

Não foi diante dos olhos de vocês que Jesus Cristo foi exposto como crucificado? ² Quero apenas saber isto: vocês receberam o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? ³ Será que vocês são tão insensatos que, tendo começado no Espírito, agora querem se aperfeiçoar na carne? ⁴ Será que vocês sofreram tantas coisas em vão? Se é que, na verdade, foram em vão. ⁵ Aquele que lhes concede o Espírito e que opera milagres entre vocês, será que ele o faz pelas obras da lei ou pela pregação da fé?

Isso era insensatez espiritual para Paulo: