Vimos na semana passada, que o contexto aqui dessa parte do texto é que os irmãos de Jerusalém estavam acusando os irmãos gentios de serem pecadores por haverem abandonado a Lei como fonte de salvação.
Gálatas 2:15-18 ¹⁵ Nós, judeus por natureza e não pecadores dentre os gentios, ¹⁶ sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Jesus Cristo, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois por obras da lei ninguém será justificado. ¹⁷ Mas, se nós, procurando ser justificados em Cristo, fomos também achados pecadores, será que isto significa que Cristo é ministro do pecado? De modo nenhum! ¹⁸ Porque, se volto a edificar aquilo que destruí, a mim mesmo constituo transgressor.
Paulo vai falar então de uma nova identidade não baseada na Lei, mas em Cristo.
Gálatas 2:19,20 ¹⁹ Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; ²⁰ logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.
Atos 13:38,39 (Paulo em Antioquia) ³⁸ Portanto, meus irmãos, saibam que é por meio de Jesus que a remissão dos pecados é anunciada a vocês; ³⁹ e, por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vocês não puderam ser justificados pela lei de Moisés.
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Justificação não é apenas perdão — é nova identidade. Você não vive mais para provar algo; você vive porque já foi aceito.
Qual a questão aqui que Paulo deixa como fonte da sua doutrina:
1. A Lei perdeu jurisdição sobre um morto.
O que a Lei fez:
Ou seja: Paulo morreu para o domínio da Lei, não como padrão de vida moral (vamos ver isso mais adiante), mas como meio de aceitação diante de Deus.
E com isso…